quarta-feira, 31 de maio de 2017

MÚSICA. O crescimento do mercado de gravações no Ceará

Foi-se o tempo em que para se gravar um disco de músicas, o artista necessitava sair de Fortaleza e buscar outras capitais pela inexistência de um estúdio onde se pudesse produzir algo de qualidade. 

Cantores como Ayla Maria, nos anos 60, precisavam se deslocar até o Recife para gravar seus LPs na Mocambo, um selo da fábrica Rozemblit. A mesma coisa fez o Pessoal do Ceará - Fagner, Belchior, Ednardo, Amelinha - que voaram para o sudeste para a gravação dos seus primeiros discos de vinil pela RGE. 

No final dos anos 70, a coisa mudou com o surgimento de estúdios de fundo de quintal que, aos poucos, foram se profissionalizando e ganhando contornos de empresas. Do Pro-Áudio Studios, localizado inicialmente no Bairro Ellery, passando pelo estúdio do músico Adelson Viana, até a mega empresa da Somzoom Sat, o panorama desse tipo de empreendimento cresceu bastante. Muitos CDs de gente de sucesso são produzidos aqui mesmo na capital sem que haja necessidade de o artista se deslocar para Rio ou São Paulo. 

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